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Os Cinco, de Enid Blyton (vols. XVIII - XXI)

27 de março a 06 de abril de 2013




Volume XVIII – Os Cinco na quinta Finniston
Este volume relata a aventura de Os Cinco na Quinta Finniston, onde séculos antes se erguia um castelo posteriormente destruído por um incêndio. No entanto, este incêndio não conseguiu destruir as caves e a as passagens subterrâneas e é nelas que os Cinco e os seus novos amigos – os gémeos Henriques, o seu cão Besnico e a gralha Abelhuda – vão descobrir um tesouro de valor incalculável que salvará a quinta da ruína.




Volume XIX – Os Cinco nos Rochedos do Demónio
Os Cinco vão passar uns dias de férias a um farol, nos Rochedos do Demónio. A acompanhá-los vai o dono do farol, um miúdo que é filho de um cientista amigo do tio Alberto e que tem a mania de imitar e de se fazer passar por qualquer veículo com rodas – carros, motas, bicicletas… Por esta razão, todos lhe chamam Buzina.
Assim, os Cinco, o Buzina e o seu animal de estimação, o macaquinho Diabrete, alojam-se no farol e não conseguem evitar envolver-se numa aventura relacionada com um tesouro fabuloso que, no passado, “os afundadores” haviam escondido num túnel junto ao mar e com ligações ao farol.



Volume XX – Os Cinco na Ilha dos Murmúrios
De férias numa bela casinha de montanha, os Cinco fazem companhia a um rapazinho chamado Alfredo que tem o dom de ganhar a confiança de qualquer animal. Dessa casinha, eles têm uma vista maravilhosa do porto e de uma ilha misteriosa a que todos chamam de Ilha dos Murmúrios… Que aventura lhes reservará?





Volume XXI – Os Cinco e a Torre do Sábio
O último volume desta intemporal coleção junta de novo os Cinco, o Buzina e o seu irrequieto Diabrete em casa destes últimos. Poucos dias depois, têm uma agradável surpresa de ver que no terreno ao lado acampa uma companhia de circo. Contudo, coincidindo com a chegada dos circenses, acontece o roubo de papéis valiosos das últimas investigações científicas do pai do Buzina.
Está assim criado um mistério à medida d’Os Cinco, que tudo farão para resolvê-lo e desmascarar o enigmático mágico do circo.


E já está! Li toda a coleção de Os Cinco e há que dizer que foi delicioso voltar a ter nas minhas mãos estes livrinhos que têm um lugar TÃO ESPECIAL na minha vida!

Não pretendo parar por aqui – o meu objetivo é completar as coleções de Os Sete, O Mistério, Patrícia, ou seja, indo a alfarrabistas, a feiras de velharias, comprando via Internet os volumes que me faltam e, claro, lê-los todinhos J




Os Cinco, de Enid Blyton (vols. XIV - XVII)

04 a 20 de março de 2013





Volume XIV – Os Cinco e os raptores
Mais um volume que anda à volta do valiosíssimo trabalho do pai da Zé e de um seu colega americano. Este recebe ameaças de que irão raptar a sua filha se não entregar o segredo das suas investigações. Perante isto, envia às escondidas Berta, a sua filha, para Casal Kirrin, mas os raptores descobrem e acabam por raptar não a Berta, mas a Zé, por engano. Aí, os outros entram em ação e contam novamente com a ajuda da ciganita João e de um amiguito seu, o Remoinho.



Volume XV – Os Cinco na casa em ruínas
Neste 15º volume, tudo começa com Tim a usar uma coleira de cartão para não poder coçar uma ferida que tem numa orelha. Para que o seu cão nãos seja gozado por toda a gente, a Zé decide ir acampar para junto de uma casa em ruínas. Será lá, na companhia de seus primos e de dois gémeos que se comportam de uma forma muito estranha, que vai viver uma aventura empolgante que envolve ruínas e subterrâneos que levam à descoberta de segredos científicos roubados.


Volume XVI – Os Cinco e os aviadores
Os Cinco vão acampar perto da quinta de um amigo de David e Júlio – Mário Thomas – e de um aeródromo de aviões experimentais. Esta aventura estará relacionada com o roubo de dois desses aviões, do rapto dos seus aviadores e envolverá uma quinta de borboletas e um porquinho que terá um papel importante na resolução de tudo!






Volume XVII – Os Cinco nas montanhas de Gales

Esta aventura desenrola-se durante as férias de Natal e no País de Gales, para onde vão os “nossos amigos” para restabelecer-se de uma valente constipação. Ficam alojados numa linda cabana nas montanhas e nem a abundante neve os impede de viver um novo mistério que gira à volta de um metal poderoso que se encontra nas “entranhas” da montanha.

Os Cinco, de Enid Blyton (vols. X - XIII)

08 a 16 de fevereiro de 2013






De volta ao mundo juvenil e de aventuras dos Famosos Cinco J

Volume X – Os Cinco no Lago Negro
Neste volume, encontramos os nossos heróis a gozar uns dias de interrupção letiva num passeio a pé pelo campo. Nada leva a crer que irão conseguir “arranjar tempo” para uma aventura, mas uma intrigante mensagem ouvida “por engano” por David leva os Cinco ao Lago Negro e será lá que irão viver uma empolgante aventura relacionada com um roubo de joias valiosas, há muito resolver pela polícia.
Adoro a capa deste volume e não posso deixar de dizer que me lembrava do nome curioso – “Joana vaidosa” – de um barco que tem um papel fundamental nesta narrativa!


Volume XI – Os Cinco no castelo da Bela-Vista
Esta nova aventura passa-se nas férias da Páscoa e desenrola-se junto ao castelo da Bela-Vista, onde os Cinco se encontram a desfrutar dumas “roulottes” e da companhia de uns saltimbancos que, a princípio, não se mostram nada simpáticos. Contudo, com a chegada surpresa da ciganita João (que conhecemos no volume IX), a animosidade dos saltimbancos desaparece e até ajudam os Cinco a resolver o rapto de dois cientistas famosos.
Gostei muito deste volume, apesar de um dos saltimbancos ter duas gigantescas “snakes”!!! Claro que me recordei delas quando comecei a reler este livro!...



Volume XII – Os Cinco na Torre do Farol
Os Cinco viajam para a zona da Cornualha. Hospedados numa quinta local, Zé e os primos travam conhecimento com Jano e o seu avô, que lhes conta que o farol em ruínas continua a ser misteriosamente utilizado nas noites de tempestade. Será com a chegada dos Barnies, artistas ambulantes, que os Cinco desvendarão o mistério.




Volume XIII – Os Cinco na Planície Misteriosa
Desta vez, os Cinco vão passar alguns dias das suas férias numa escola de equitação que se situa perto da Planície Misteriosa. A aventura que irão ter vai dividir-se entre estes dois espaços e vai envolver um grupo de ciganos que se dedica a negócios pouco claros com dólares falsos.
Será com a ajuda de um ciganito – “Fungão” – e de dois colegas da escola de equitação – Tony (uma “Maria Rapaz” como a Zé) e Guilherme – que os nossos amigos vão desvendar mais este mistério!


Agora que já li mais 4 volumes desta coleção, vou retornar aos livros adultos e ler um que me ofereceram no Natal!

Os Cinco, de Enid Blyton (vols. VI - IX)

21 de janeiro a 01 de fevereiro de 2013





Volume VI - Os Cinco salvaram o tio
Nestas férias da Páscoa, os Cinco veem-se impedidos de desfrutar da ilha Kirrin, pois o pai da Zé se encontra lá a trabalhar num projeto misterioso, altamente secreto e não quer ser, de maneira alguma, incomodado com as brincadeiras de quatro jovens e um cão barulhento.
Contudo, o secretismo desse projeto é um chamariz para espiões que ameaçarão não só o trabalho do tio Alberto como a sua própria vida e serão os famosos Cinco que o irão salvar!





Volume VII - Os Cinco e o comboio fantasma
A ação deste volume passa-se nas férias de verão e os Cinco vão desfrutá-las acampando quase sozinhos, apenas na companhia do Sr. Luffy, um professor apaixonado pelo mundo dos insetos e divertidamente distraído J. Acampam numa charneca isolada e aí veem-se envolvidos num mistério com "comboios fantasma" mas que afinal são bem reais e uma parte importante de um plano de contrabando.






Volume VIII - Os Cinco na casa do mocho
Os Cinco vão novamente acampar (agora sozinhos) e, numa das paragens que fazem, conhecem Ricardo, filho de um milionário que tem alguns inimigos. Tudo se complica quando Davi é raptado por engano, em vez de Ricardo. Os outros tentam salvá-lo, mas acabam prisioneiros na Casa do Mocho.
No fim, Ricardo redime--se da cobardia que demonstrara antes e acaba por conseguir que todos sejam salvos e a polícia prenda os raptores.
Chamo a atenção para algo que me havia escapado quando era adolescente. A capa deste volume está trocada com a do volume XVII J

Volume IX - Os Cinco e a Ciganita
Esta nova aventura gira novamente à volta do valioso trabalho de cientista do tio Alberto. Desta vez, é um homem chamado Torre Vermelha que tudo faz para apoderar-se dos valiosos apontamentos do pai da Zé, chegando inclusive a raptá-la e ao Tim. Será com a ajuda de uma ciganita andrajosa, chamada João e muito parecida com a Zé, que os Cinco levarão a bom termo esta aventura.
Este é um dos volumes de que sempre gostei muito, sobretudo por causa da personagem da ciganita J


Apesar de ter planeado ler a coleção d' Os Cinco de uma assentada, acho que estou a precisar de uma pausa, de regressar ao mundo dos livros de adultos!... Sendo assim, vou pôr de lado a renitência que sempre senti em relação às obras de José Eduardo Agualusa e ler um dos seus romances, mais especificamente um que o H. deu ao gémeo pelo seu aniversário do ano passado (isto é que é uma reviravolta na minha ordem cronológica de ler os livros J)

Os Cinco, de Enid Blyton (vols. I - V)

10 a 19 de janeiro de 2013




Não resisto. Não resisto a continuar a ler os livros que recebia sempre que tinha boas notas – por cada nível 5, um livro dos Famosos Cinco! Ou de outra coleção escrita por Enid Blyton J
É com MUITO orgulho e um sorriso enorme que digo que tenho todos os 21 volumes da coleção Os Cinco e que li a maior parte deles 5 ou 6 vezes cada um, tal era o amor que sentia pelas aventuras dos irmãos Júlio, David, Ana, a prima Zé e o fantástico Tim. O companheirismo entre eles, as férias inesquecíveis que passavam ou na Ilha Kirrin ou passeando em roulottes, bicicletas, a pé ou ainda os opíparos (!) lanches que comiam e que me faziam crescer água na boca!! Como é que poderia esquecer-me de tudo isto?...
Não podia e por essa razão lá me dediquei à árdua tarefa de reler toda a coleção de Os Cinco!!!

Volume I – Os Cinco e a Ilha do Tesouro
Os Cinco e a Ilha do Tesouro é o título do primeiro volume e é um dos meus preferidos. Dá-nos conta da primeira vez que os primos vão passar férias a Casal Kirrin e conhecem a Zé. A princípio a relação entre eles não é muito agradável, mas tudo muda quando Tim entra em cena e se torna o elo de ligação entre os quatro.
A partir do momento em que Zé percebe que pode confiar nos primos, “baixa a guarda” e, juntos, vão viver uma fantástica aventura na ilha Kirrin (a ilha da família da Zé e que ela reclama para si) que envolve um antigo barco afundado que volta à superfície depois de uma violenta tempestade, um mapa de um tesouro de lingotes de ouro e uns subterrâneos que ligam o castelo da ilha à costa.

Volume II – Nova aventura de Os Cinco
Neste volume encontramos os Cinco de volta a Casal Kirrin nas férias de Natal. Como quase todos eles estão atrasados nos estudos, o Tio Alberto, pai da Zé, contrata um percetor, o Sr. Roland, de quem, logo à partida, Zé e Tim não gostam mesmo nada.
Contudo, nem tudo é negativo nestas férias… Durante uma visita a uma velha casa vizinha, os cinco descobrem um painel numa parede que desliza e, por detrás dele, um pano com uma inscrição e um desenho que desencadearão um mistério e uma aventura fantásticos!


Volume III – Os cinco voltam à ilha
Outro dos meus volumes favoritos, não só pela aventura, mas também pela gruta onde eles acampam enquanto estão na ilha ( e da qual Ana trata como se fosse uma mini-casa, asseadinha e muito organizada J) e pelo cuidado que a autora colocou na construção das personagens vilãs – os Sticks, o idiota do filho, Edgar, e pelo sarnoso do seu cão, a quem Tim, sempre que pode, dá umas boas mordidelas nas orelhas J
Tal como o título indica, os inseparáveis primos e Tim regressam à ilha Kirrin para acampar por uns dias enquanto a mãe da Zé não regressa do hospital e para fugir à odiosa Sra. Stick (a cozinheira temporária em Casal Kirrin) e família. Será então na ilha que vão viver uma nova aventura que se centra no rapto de uma menina milionária.

Volume IV – Os Cinco e os Contrabandistas
Férias da Páscoa. Após uma tempestade que faz com que uma árvore caia em cima da casa dos pais da Zé e a torne inabitável, os cinco vão passar uma temporada em casa de um amigo de Júlio e David e que se situa numa zona de conhecidos contrabandistas. Aí, entre passagens secretas, desaparecimentos e personagens misteriosas, os “nossos jovens” vivem mais uma entusiasmante aventura!





Volume V – Os cinco e o circo
Desta vez, para gozarem as férias de verão, os primos e o Tim alugam umas “roulottes” e vão acampar para um lago onde também uma companhia de circo está acampada.

Logo se tornam amigos do jovem Dino, do seu chimpanzé e dos seus cãezinhos. Contudo, nem toda a gente do circo é simpática e honesta e os cinco envolvem-se numa aventura mais, na qual desmascaram os roubos praticados pelo tio de Dino e o acrobata Lou.

O colégio das quatro torres, de Enid Blyton

19 de novembro a 01 de dezembro de 2012




Opinião
Sem livros novos para ler... Ora, nada melhor do que agarrar a oportunidade e continuar a "descer a rua da saudade ou da nostalgia" e reler, um a seguir ao outro, os seis volumes de outra coleção de Enid Blyton - Colégio das Quatros Torres.
Não há grandes diferenças entre esta coleção e a já relida de As Gémeas. Um colégio internato feminino, um grupo de raparigas que vamos acompanhando ao longo de seis anos, muitas partidas pregadas (algumas bem divertidas!), piqueniques e festas proibidas à meia-noite e a vida normal de estudantes e do colégio.
Desta vez, a personagem principal é Diana Rivers, uma miúda bem-disposta, bondosa, sincera, mas com bastante mau-génio que lhe vai causar alguns dissabores. Além dela, conhecemos e vamos acompanhado a Celeste, a Alice, a Irene, a Joana, a Milú ou a presumida Ludovina.

Tal como referi na mensagem que partilhei sobre as Gémeas, infelizmente também nesta coleção algumas personagens vão mudando de nome, sem qualquer razão explicativa, exceto o facto de que a tradução de todos os volumes não ter sido feita pela mesma pessoa... Isso não pode ser desculpa, mas... os meus livrinhos são de finais dos anos 70 e nessa altura a tecnologia não era a de agora...


Excetuando estes pormenores menos positivos, é sempre doce recordar, reler livros que tiveram um papel tão importante na minha vida de adolescente J

As Gémeas, de Enid Blyton (terminando a leitura da coleção)

19 a 26 de outubro de 2012



Opinião
A coleção de As Gémeas (a que tenho desde a minha adolescência mais os dois volumes novos a que fiz referência na mensagem de 28 de setembro a 06 de outubro) está lida. J Contudo, agora que a terminei, ao prestar atenção à contracapa dos novos volumes, apercebi-me de que irá ser publicado um outro volume, que dará continuidade ao último que li e que dirá respeito ao 6º ano no Colégio de Santa Clara. Bom, lá terei que comprá-lo!...
De momento, importa deixar aqui registado o quanto me soube bem voltar a percorrer os espaços do primeiro colégio interno com que tive contacto (bem, primeiro não foi realmente, pois sempre vivi perto de um masculino, por acaso bem conhecido no nosso país), um contacto que me permitiu sonhar recorrentemente com a ideia de frequentar um colégio desses, onde se construíam belíssimas amizades, se pregavam partidas e se realizavam monumentais festas e piqueniques secretos e proibidos, a altas horas da noite!  J J
Foi saborosamente nostálgico voltar a acompanhar o percurso escolar, as brincadeiras, as ansiedades, as zangas e as alegrias das gémeas, de Ilda, Dora, Joana, Tony, Carlota, Adelina e muitas mais alunas do inesquecível Colégio de Santa Clara.

O único aspeto menos positivo prende-se com o facto de o nome de algumas personagens mudar de volume para volume, mesmo só tendo em conta os meus 6 volumes iniciais - por exemplo, a Tony é Roberta no dois últimos livros, o mesmo acontecendo a Gladys que passa a ser Glória e Mirabel que passa a chamar-se Marília. Para além disto, os seis volumes apresentam muitas gralhas ortográficas que não têm muita explicação...

Agora, de volta aos livros "do complexo mundo adulto"!



As Gémeas, de Enid Blyton

28 de setembro a 06 de outubro de 2012




Já havia referido há uns tempos que os livros da coleção As Gémeas (bem como todas as outras coleções de Enid Blyton) estavam a ser reeditadas e que foi essa reedição que me fez sentir uma vontade quase incontrolável de voltar a lê-los. E tal como não refreei as "ganas" de ler Heidi, também não o fiz com os volumes desta coleção tão feminina e que marcou incondicionalmente a minha geração e outras, passadas, presentes e futuras.
Os volumes que compõem a coleção são sobre duas gémeas, Patrícia e Isabel O'Sullivan, que começam a frequentar o colégio interno de Santa Clara. Contudo, os primeiros tempos não são muito fáceis para elas já que evidenciam um comportamento pouco simpático, não deixam de comentar em voz alta que estão em Santa Clara contra a sua vontade, o que leva a que as suas colegas as apelidem de "gémeas emproadas". Contudo, como Isabel e Patrícia são no fundo boas raparigas, após terem sido vítimas de algumas partidas e da indiferença das outras, acabam por ser integradas e por ganhar a estimas das colegas.
Como referi, fui acompanhando a reedição de perto e, para meu espanto, até à data não foram lançados seis volumes de As Gémeas, mas sim oito! Sempre havia pensado que a coleção fosse de seis exemplares (os que tenho em casa, da altura da minha infância), mas pelos vistos, quando comparadas as duas coleções - a de antes e a de agora - compreendo que a coleção que sempre conheci tem um hiato entre o 2º ano no Colégio de Santa Clara e o 4º, ou seja, que esses dois volumes "a mais" na coleção nova deverão dizer respeito ao 3º ano.

Sendo assim, decidi que tenho que comprar esses dois volumes que me faltam, mas só o vou fazer daqui a uns dias, para aproveitar uma promoção que sairá em breve! Por isso, li durante estes dias apenas os quatro primeiros volumes para poder encaixar os que irei comprar e seguir desta forma uma ordem cronológica.

Entretanto fiz uma pesquisa na Net sobre os referidos dois volumes e fiquei a saber que os mesmos não foram escritos por Enid Blyton, mas sim por Pamela Cox, em 2009, para assim preencher o hiato acima referido. Por essa razão é que eu nunca havia ouvido falar deles!